III JORNADA BRASILEIRA DE CINEMA SILENCIOSO

7 a 16 de agosto de 2009

A Jornada Brasileira de Cinema Silencioso chega à sua terceira edição destacando a cinematografia francesa do período, aliando-se às manifestações relativas ao Ano da França no Brasil. Neste contexto serão exibidos, dentre outros, os primeiros trabalhos dos irmãos Lumière, inventores do cinema na França, longas-metragens marcantes da vanguarda cinematográfica francesa como O homem do mar e Maldone, além do grande espetáculo histórico Salambô, adaptado do romance de Gustave Flaubert. Ainda como parte da mostra francesa, será apresentado na Sala São Paulo, de 13 a 16 de agosto, o filme Études sur Paris, com acompanhamento da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Também estão programados lançamentos de livros, palestras e conferências, como a série dedicada às relações entre anarquismo e cinema na França, que serão objeto de um programa especial de filmes realizados pela Cinéma du Peuple, primeira organização anarquista a utilizar o meio para a divulgação de idéias libertárias. Além disso, novamente há um programa dedicado a filmes exibidos na Giornate del Cinema Muto de Pordenone – maior manifestação mundial dedicada ao cinema silencioso – e outra à cinematografia da América Latina. Já a seção brasileira desta Jornada destaca os filmes de expedição à Amazônia feitos nas primeiras décadas do século XX. Dentre as novidades, a III Jornada apresenta duas produções silenciosas contemporâneas e a pré-estréia de um curta-metragem feito em comemoração ao centenário de nascimento de Eva Nil, primeira musa do cinema brasileiro. Há também um programa especial dedicado a Segundo de Chomón, pioneiro do cinema fantástico, cujos curtas-metragens serão acompanhados por composições originais do pianista catalão Jordi Sabatès, presente à Jornada graças à colaboração do Instituto Cervantes de São Paulo. Outras sessões acompanhadas de música ao vivo contarão com a participação de Lívio Tragtenberg, Leo Cavalcanti, Duo Portal e Carlos Careqa, entre outros. As sessões musicadas estão indicadas com um asterisco (*). Mais informações no livreto específico da III Jornada ou no site www.cinemateca.gov.br/jornada
CINEMATECA BRASILEIRA
Largo Senador Raul Cardoso, 207
próximo ao Metrô Vila Mariana
São Paulo – SP
Informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)
SALA SÃO PAULO
Praça Júlio Prestes, 16
próximo ao Metrô Estação da Luz
São Paulo – SP
Informações: (11) 3223-3966
ENTRADA FRANCA
(retirada de ingressos na bilheteria com uma hora de antecedência)
Classificação indicativa: 14 anos

PROGRAMAÇÃO
07.08
| SEXTA
SALA CINEMATECA BNDES
20h30 A EXPEDIÇÃO BRASILEIRA DE 1916 | CADTASTROPHE | RITUAIS E FESTAS BORÔRO | A COMUNA | IMAGENS FRANCESAS DE SIEURIN

08.08
| SÁBADO
SALA CINEMATECA PETROBRAS
19h30 O DIA DE UMA MUÇULMANA | MALDONE
21h30 A ABISSÍNIA NOS TEMPOS DE MENELIK | A MÃO | BALAÚ
SALA CINEMATECA BNDES
17h00 PALESTRA COM CAROLINE PATTE
19h00 74 FILMES DOS IRMÃOS LUMIÈRE (COM LEO CAVALCANTI)
21h00 IMAGENS DA TUNÍSIA | DE VOLTA À TERRA DE DEUS (COM ANTONIO EDUARDO)

09.08
| DOMINGO
SALA CINEMATECA PETROBRAS
18h30 AMANHECER
21h00 A EXPEDIÇÃO BRASILEIRA DE 1916 | CADTASTROPHE | RITUAIS E FESTAS BORÔRO | A COMUNA | IMAGENS FRANCESAS DE SIEURIN
SALA CINEMATECA BNDES
16h30 JORDI SABATÉS RECRIA SEGUNDO DE CHOMÓN (COM JORDI SABATÉS)
18h00 NO PAIZ DAS AMAZONAS (COM LIVIO TRAGTENBERG)
20h30 A TERRORISTA | ASSASSINATO DO MINISTRO PLEHVE (GRÃO-DUQUE SERGE) | AS MISÉRIAS DA AGULHA | O VELHO DOQUEIRO | MALDITA SEJA A GUERRA! (COM ORDINÁRIA HIT)
10.08
| SEGUNDA
SALA CINEMATECA PETROBRAS
18h30 A PROPÓSITO DE SALAMBÔ | SALAMBÔ
21h30 VIAGEM AO ROROIMÃ | PARIMÃ, FRONTEIRAS DO BRASIL | O RIO DA DÚVIDA
SALA CINEMATECA BNDES
19h00 DE ONDE VÊM OS CABELOS FALSOS? | O HOMEM DO MAR (COM MARCO SCARASSATTI E NELSON PINTON)
21h15 O HÚSSAR DA MORTE (COM ERIC NOWINSKI, PAULO RUBENS COSTA E MARLUI FIGUEIREDO)

11.08
| TERÇA
SALA CINEMATECA PETROBRAS
18h00 PALESTRA COM JORDI SABATÉS
19h30 IMAGENS DA TUNÍSIA | DE VOLTA À TERRA DE DEUS
21h30 74 FILMES DOS IRMÃOS LUMIÈRE
SALA CINEMATECA BNDES
19h00 A COSTUREIRINHA (COM UNHOLY QUARTET)
21h00 L'ARGYRONÈTE | DOCE AMARGURA (COM HELENA IGNEZ, DJIN SGANZERLA E ANDRÉ GUERREIRO LOPES)

12.08
| QUARTA
SALA CINEMATECA PETROBRAS
16h00 CONFERÊNCIA ANARQUISMO I COM ISABELLE MARINONE
18h00 A TERRORISTA | ASSASSINATO DO MINISTRO PLEHVE (GRÃO-DUQUE SERGE) | AS MISÉRIAS DA AGULHA | O VELHO DOQUEIRO | MALDITA SEJA A GUERRA!
20h30 NO PAIZ DAS AMAZONAS
SALA CINEMATECA BNDES
19h00 MILLAU E O VALE DO DURBIA | O CARAPAU DOS RIACHOS | L'AMBLYSTOME | O SOLAR DO MEDO (COM DUO PORTAL)
21h15 O DIA DE UMA MUÇULMANA | MALDONE (COM QUARTETO DE CORDAS)

13.08
| QUINTA
SALA CINEMATECA PETROBRAS
16h00 CONFERÊNCIA ANARQUISMO II COM ISABELLE MARINONE
19h00 L'ARGYRONÈTE | DOCE AMARGURA
21h30 O HÚSSAR DA MORTE
SALA CINEMATECA BNDES
18h30 A CÓRSEGA E SUAS PAISAGENS | A ILHA DO AMOR (COM BETO BIRGER)
21h00 A ABISSÍNIA NOS TEMPOS DE MENELIK | A MÃO | BALAÚ (COM MIRIAN BIDERMAN)
SALA SÃO PAULO
21h00 ESTUDOS SOBRE PARIS (COM ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO)

14.08
| SEXTA
SALA CINEMATECA PETROBRAS
16h00 CONFERÊNCIA ANARQUISMO III COM ISABELLE MARINONE
19h30 A COSTUREIRINHA
21h30 DE ONDE VÊM OS CABELOS FALSOS? | O HOMEM DO MAR
SALA CINEMATECA BNDES
17h00 FÁBRICA DE CHAPÉUS DE PALHA EM FLORENÇA | SEU PRIMEIRO FILME (COM CARLOS CAREQA)
19h15 VIAGEM AO ROROIMÃ | PARIMÃ, FRONTEIRAS DO BRASIL | O RIO DA DÚVIDA (COM CARLINHOS ANTUNES, SIMONE SOU E MARLUI MIRANDA)
21h15 AMANHECER (COM GUSTAVO BARBOS E GISELA MULLER)
SALA SÃO PAULO
21h00 ESTUDOS SOBRE PARIS (COM ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO)

15.08
| SÁBADO
SALA CINEMATECA PETROBRAS
18h30 A CÓRSEGA E SUAS PAISAGENS | A ILHA DO AMOR
21h00 MILLAU E O VALE DO DURBIA | O CARAPAU DOS RIACHOS | L'AMBLYSTOME | O SOLAR DO EDO
SALA CINEMATECA BNDES
17h30 NO RASTRO DO ELDORADO (COM ANGELA NAGAI E MARCELO ONOFRE)
19h30 JORDI SABATÉS RECRIA SEGUNDO DE CHOMÓN (COM JORDI SABATÉS)
21h30 HÁBITOS DAS ARANHAS DO CAMPO | FILHINHA QUERIDA (COM FABIO CARAMURU E PEDRO BALDANZA)
SALA SÃO PAULO
16h30 ESTUDOS SOBRE PARIS (COM ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO)

16.08
| DOMINGO
SALA CINEMATECA PETROBRAS
16h30 FÁBRICA DE CHAPÉUS DE PALHA EM FLORENÇA | SEU PRIMEIRO FILME
18h30 HÁBITOS DAS ARANHAS DO CAMPO | FILHINHA QUERIDA
SALA CINEMATECA BNDES
17h00 IMAGENS DA TUNÍSIA | DE VOLTA À TERRA DE DEUS (COM MARIO MANGA)
19h00 EVA NIL, CEM ANOS SEM FILMES
20h00 A PROPÓSITO DE SALAMBÔ | SALAMBÔ (COM LUCILA TRAGTENBERG E LINCOLN ANTONIO)
SALA SÃO PAULO
17h00 ESTUDOS SOBRE PARIS (COM ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO)

FICHAS TÉCNICAS E SINOPSES
"CINEMA DO POVO" E OS ANARQUISTAS NO CINEMA
Assassinato do Ministro Plehve (Grão-duque Serge)
(Assassinat du ministre Plehve (Grand duc Serge)), de Lucien Nonguet | Legendas eletrônicas em português
França, 1904, 35mm, pb, 1’
Reconstituição, nos estúdios da Pathé em Montreuil, do assassinato do ministro Plehve por um estudante de nome Sasanoff ou Sasonoff, que teve lugar em São Petersburgo, a 29 de julho de 1904.
dom 09 20h30
(*) | qua 12 18h00
A comuna
(La commune), de Armand Guerra
França, 1914, 35mm, pb, 22’ | Legendas eletrônicas em português
Mais notável produção da cooperativa Cinéma du Peuple, retrata vários episódios da luta operária.
sex 07 20h30
(*) | dom 09 21h00
As misérias da agulha
(Les misères de l’aigulle), de Raphäel Clamour
França, 1914, 35mm, pb, 13’ | Legendas eletrônicas em português
Em dificuldades financeiras após a morte de seu marido, costureira e tecelã tenta suicidar-se.
dom 09 20h30
(*) | qua 12 18h00
A terrorista
(La terroriste), da companhia produtora Gaumont
França, 1907, 35mm, tingido, 11’ | Legendas eletrônicas em português
Reconstituição de um atentado contra o czar cometido por uma anarquista russa.
dom 09 20h30
(*) | qua 12 18h00
O velho doqueiro
(Le vieux docker), de Armand Guerra
França, 1914, 35mm, pb, 5’ | Legendas eletrônicas em português
A vida difícil de um velho operário demitido após trinta anos de serviços prestados.
dom 09 20h30
(*) | qua 12 18h00

Destaques de Pordenone
Amanhecer
(Tianming), de Sun Yu
China, 1933, 35mm, pb, 116’ | Legendas eletrônicas em português
As trágicas desventuras de uma jovem que abandona uma aldeia de pescadores destruída pela guerra civil para procurar trabalho numa fábrica em Xangai.
dom 09 18h30 | sex 14 21h15
(*)
De volta à terra de Deus
(Back to God’s country), de David Hartford e Nell Shipman
Canadá, 1919, 35mm, pb, 74’ | Legendas eletrônicas em português
Após o assassinato de seu pai, camponesa casa-se com um homem da cidade e embarca com ele num navio capitaneado pelo assassino.
sáb 08 21h00
(*) | ter 11 19h30 | dom 16 17h00 (*)
Doce amargura
(Exit smiling), de Sam Taylor
EUA, 1926, 35mm, pb, 77’ | Legendas eletrônicas em português
Criada de uma companhia teatral itinerante e aspirante a atriz luta para provar a inocência de um jovem que se integrou ao grupo, acusado de roubo a banco.
ter 11 21h00
(*) | qui 13 19h00
Filhinha querida
(The patsy), de King Vidor
EUA, 1928, 35mm, pb, 81’ | Legendas eletrônicas em português
Jovem preterida em favor de sua irmã mais velha faz de tudo para provar seu amor pelo noivo da irmã, que flerta abertamente com um playboy.
sáb 15 21h30
(*) | dom 16 18h30
Maldita seja a guerra!
(Maudite soit la guerre!), de Alfred Machin
Bélgica, 1914, 35mm, viragem e tingimento, 45’ | Legendas eletrônicas em português
A amizade entre dois pilotos do exército que passam a lutar em lados opostos quando estoura a guerra e a paixão de um deles pela irmã do amigo .
dom 09 20h30
(*) | qua 12 18h00

Documentários, filmes científicos, viagens e vistas da frança
A Abissínia nos tempos de Menelik
(Abyssinie au temps de Menelik) , de Charles Martel
França, 1910, 35mm, pb, 23’ | Legendas eletrônicas em português
Vistas e costumes da região da Abissínia.
sáb 08 21h30 | qui 13 21h00
(*)
L’amblystôme
, da companhia produtora Éclair Scientia
França, 1913, 35mm, pb, 4’e 40 | Legendas eletrônicas em português
Sobre anfíbio dos lagos mexicanos, de grande voracidade.
qua 12
(*) 19h00 | sáb 15 21h00

Aranha d’água
(L'argyronète), da companhia produtora Éclair
França, 1920, 35mm, pb, 6’ | Legendas eletrônicas em português
Sobre um curioso tipo de aranha aquática.
ter 11 21h00
(*) | qui 13 19h00


O peixe-espinho dos riachos (L'épinochette des ruisseaux), da companhia produtora Éclair Scientia
França, 1913, 35mm, tingido, 7’
| Legendas eletrônicas em português
Sobre o período de postura de ovos e nascimento dos alevinos.
qua 12
(*) 19h00 | sáb 15 21h00
A Córsega e suas paisagens
(La Corse et ses paysages), da companhia produtora Éclair
França, 1912, 35mm, pb, 4’
| Legendas eletrônicas em português
Vistas da Córsega e dos locais freqüentados ali por Napoleão Bonaparte.
qui 13
(*) 18h30 | sáb 15 18h30

De onde vêm os cabelos falsos?
(D'où viennent les faux cheveux), da companhia produtora Pathé
França, 1909, 35mm, tingido, 5’
| Legendas eletrônicas em português
Sobre a cadeia produtiva de perucas e apliques.
seg 10
(*) 19h00 | sex 14 21h30
O dia de uma muçulmana
(La journée d’une musulmane), da companhia produtora Éclair
França, 1912, 35mm, pb, 4’
| Legendas eletrônicas em português
As ocupações de uma muçulmana da Argélia.
sáb 08 19h30 | qua 12 21h15
(*)

Fábrica de chapéus de palha em Florença
(Fabrique des chapeaux de paille à Florence), da companhia produtora Pathé
França, 1907, 35mm, pb, 6’ | Legendas eletrônicas em português
Sobre a fabricação de chapéus de palha.
sex 14 17h00
(*) | dom 16 16h30

Hábitos das aranhas do campo
(Moeurs des araignées des champs), da companhia produtora Éclair Scientia
França, 1913, 35mm, pb, 6’
| Legendas eletrônicas em português
Sobre a estrutura fisiológica e alguns hábitos das aranhas.
sáb 15 21h30
(*) | dom 16 18h30

Imagens da Tunísia (Images de Tunisie)
França, 1925, 35mm, pb, 15’ | Legendas eletrônicas em português
A Tunísia dos tempos da colonização francesa.
sáb 08 21h00
(*) | ter 11 19h30 | dom 16 17h00 (*)
Millau e o vale do Durbia
(Millau et la vallée de la Dourbie), de André Ghilbert
França, 1922, 35mm, tingido, 5’ | Legendas eletrônicas em português
Paisagens turísticas.
qua 12
(*) 19h00 | sáb 15 21h00

EM BUSCA DO BRASIL: A AMAZÔNIA SILENCIOSA
No paiz das amazonas
, de Silvino Santos e Agesilau de Araújo
Brasil, 1922, 16mm (material existente), pb e viragens, 120’ | Intertítulos em português
Registro documental da cidade de Manaus e seu porto, da pesca, do extrativismo e da fauna da Floresta Amazônica.
dom 09 18h00
(*) | qua 12 20h30
No rastro do Eldorado
, de Silvino Santos
Brasil, 1925, 35mm, pb, 78’ | Versão sem intertítulos
Registro documental da Amazônia, mostrando aspectos dos rios Negro e Branco, visões aérea de Manaus, grandes cachoeiras, tribos de índios etc.
sáb 15 17h30
(*)
Parimã, fronteiras do Brasil
, de Luiz Thomaz Reis
Brasil, 1927, 35mm, pb, 30’ | Intertítulos em português
Registro de excursão pelas cadeias montanhosas do norte do Brasil, na fronteira com a Guiana Francesa.
seg 10 21h30 | sex 14 19h15
(*)
O rio da dúvida
(The river of doubt), da companhia produtora Roosevelt Film Library
EUA, 1928?, 35mm, pb, 29’ | Legendas eletrônicas em português
Imagens recolhidas durante a expedição Roosevelt-Rondon pelo Rio da Dúvida, afluente do Madeira, acrescidas de outras filmadas na expedição de George M.Dyott pelo mesmo rio.
seg 10 21h30 | sex 14 19h15
(*)
Rituaes e festas borôro
, de Luiz Thomaz Reis
Brasil, 1916, 35mm, pb, 26’ | Intertítulos em português
Registro de pesca, produção artesanal, festas e cerimônias fúnebres dos índios borôro.
sex 07 20h30
(*) | dom 09 21h00
Viagem ao Roroimã
, de Luiz Thomaz Reis
Brasil, 1927, 35mm, pb, 25’ | Intertítulos em português
Registro da expedição do General Rondon pela fronteira brasileira com a Venezuela e a Guiana Inglesa.
seg 10 21h30 | sex 14 19h15
(*)

ERIC LE ROY APRESENTA
74 filmes dos irmãos Lumière
França, 1895-1900, 35mm, pb, 58’ (duração total do programa) | Legendas eletrônicas em português
Coletânea de filmes dos primórdios do cinema dirigidos pelos irmãos inventores Auguste e Louis Lumière, incluindo os famosos A chegada do trem à estação (L'arrivée d'un train en gare de la Ciotat), O almoço do bebê (Le déjeuner de bébé), A saída da fábrica Lumière em Lyon (Sortie des ouvriers et ouvrières de l’usine Lumière
) e O regador regado (L'arroseur arrosé).
sáb 08 19h00
(*) | ter 11 21h30
Balaú
(Balaoo), de Victorin-Hippolyte Jasset
França, 1913, 35mm, tingido, 34’ | Legendas eletrônicas em português
Submetido aos experimentos de um cientista, macaco assume a aparência de um homem e causa pânico na cidade.
sáb 08 21h30 | qui 13 21h00
(*)
A costureirinha
(L'arpète), de Émile-Bernard Donatien
França, 1929, 35mm, pb, 97’ | Legendas eletrônicas em português
Aprendiz de costureira concorda em desfilar para um rico americano, que se apaixona por ela.
ter 11 19h00
(*) | sex 14 19h30
Estudos sobre Paris
(Études sur Paris), de André Sauvage
França, 1928, 35mm, pb, 76’ | Legendas eletrônicas em português
Um passeio visual pela cidade de Paris, percorrendo o Sena, a Porta de Versalhes, Montparnasse, Saint-Germain, a igreja La Madeleine, a avenida do teatro de Ópera, as ilhas, a catedral de Notre-Dame, a torre de Saint-Jacques os jardins de Luxemboug... O filme será exibido exclusivamente na Sala São Paulo, acompanhado por uma partitura original para grande orquestra composta especialmente por um de nossos maiores músicos eruditos contemporâneos, José Antônio de Almeida Prado, e executada pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo sob a regência do maestro Cláudio Cruz.
Sala São Paulo | qui 13 21h00
(*) | sex 14 21h00 (*) | sáb 15 16h30 (*) | dom 16 17h00 (*)
A mão
(La main), de Edouard Emile Violet
França, 1920, 35mm, tingido, 21’ | Legendas eletrônicas em português
Um inglês vivendo na Córsega, dono de uma mão mumificada, é encontrado estrangulado.
sáb 08 21h30 | qui 13 21h00
(*)
Seu primeiro filme
(son premier film), de Jean Kemm
França, 1926, 35mm, pb, 99’ | Legendas eletrônicas em português
Jovem ator de província vai a Paris receber uma herança e é convidado para realizar um filme.
sex 14 17h00
(*) | dom 16 16h30

EVA NIL
Eva Nil cem anos sem filmes
, de João Marcos de Almeida
Brasil, 2009, Hi-8, cor, 12’ | Exibição em Beta
Ensaio videográfico em homenagem ao centenário da primeira estrela do cinema brasileiro.
dom 16 19h00

Imagens francesas de Sieurin
Imagens francesas de Sieurin
(Sieurins franska bilder), de Alice Guy e outros
França, 1898-1900, 35mm, pb, 19’ (duração total do programa) | Legendas eletrônicas em português
Reunião de dezenove cenas cômicas, curiosas ou turísticas da companhia produtora Gaumont levadas à Suécia pelo pioneiro Emil Sieurin (1877-1962). Inclui diversos curtas de Alice Guy Blaché (1873-1968), primeira mulher a dirigir filmes, como A zeladora (La concierge, 1900), O absinto (La bonne absinthe, 1899), Cego fim-de-século (L’aveugle fin de siècle, 1898), Dança serpentina (Danse serpentine, 1900), Exposição de 1900: a velha Paris (Expo 1900: le vieux Paris, 1900), A fada das couves (La fée au choux, 1900), No bar (Au cabaret, 1899) e Panorama circular sobre a ponte de Iena (Panorama circulaire sur le pont d’léna, 1900).
sex 07 20h30
(*) | dom 09 21h00

Janela para a América Latina
O hússar da morte
(El húsar de la muerte), de Pedro Sienna
Chile, 1925, 35mm, pb, 65’ | Legendas eletrônicas em português
A luta do lendário patriota Manuel Rodríguez (1785-1818) pela independência do Chile.
seg 10 21h15
(*) | qui 13 21h30

JORDI SABATÈS RECRIA SEGUNDO DE CHOMÓN
Jordi Sabatès recria Segundo de Chomón
França, 1902-1912, pb/cor, 75’ (duração total do programa) | Legendas eletrônicas em português
Idealizado pelo compositor e pianista espanhol Jordi Sabatés, o programa apresenta a partitura que ele compôs especialmente para acompanhar uma seleção de filmes curtos do mago do cinema fantástico Segundo de Chomón, talvez o mais importante pioneiro do cinema espanhol. Os 14 curtas reunidos incluem, entre outros, O álbum maravilhoso (L’album merveilleux, 1905), O espectro vermelho (Le spectre rouge, 1907), O hotel elétrico (El hotel eléctrico, 1908), Metamorfoses (Métamorphoses, 1912), Sinfonia bizarra (Symphonie bizarre, 1909) e As sombras chinesas (Les ombres chinoises, 1908).
dom 9 16h30
(*) | sáb 15 19h30 (*)

PRODUÇÕES SILENCIOSAS CONTEMPORÂNEAS
Cadtastrophe
, de Lynne Wisnefski
EUA, 2003, 35mm, pb, 3’ | Legendas eletrônicas em português
Elaboração de um tema comum a muitos filmes silenciosos dos primeiros tempos: um jogo amigável que termina em briga.
sex 07 20h30
(*) | dom 09 21h00
A expedição brasileira de 1916
EUA, 2006, 35mm, pb, 7’ | Legendas eletrônicas em português
A história desconhecida de uma ousada e quase bem-sucedida expedição brasileira à lua.
sex 07 20h30
(*) | dom 09 21h00

VISITA AO ACERVO DOS ARQUIVOS FRANCESES DO FILME
O homem do mar
(L'homme du large), de Marcel L’Herbier
França, 1920, 35mm, tingido, 84’ | Legendas eletrônicas em português
As tentativas de um pescador misantropo de transformar seu filho num homem do mar, como ele próprio.
seg 10 19h00
(*) | sex 14 21h30
A ilha do amor
(L'île d'amour), de Berthe Dagmar e Jean Durand
França, 1928, 35mm, pb, 110’ | Legendas eletrônicas em português
A paixão entre um jovem e rude guia e uma rica americana em visita à Córsega.
qui 13 18h30
(*) | sáb 15 18h30
Maldone
, de Jean Grémillon
França, 1928, 35mm, pb, 83’ | Legendas eletrônicas em português
Um carreteiro de vida nômade é forçado à voltar à propriedade rural de sua família e mudar de vida após a morte de seu irmão.
sáb 08 19h30 | qua 12 21h15
(*)
A propósito de Salambô
(Autour de Salammbo), de Léonce-Henri Rurel
França/Áustria, 1925, 35mm, pb, 7’ | Legendas eletrônicas em português
Espécie de making-of das filmagens de Salambô, realizado por um membro da equipe.
seg 10 18h30 | dom 16 20h00
(*)
Salambô
(Salammbo), de Pierre Marodon
França/Áustria, 1925, 35mm, tingido, 113’ | Legendas eletrônicas em português
Após a vitória sobre os romanos, mercenários a serviço de Cartago revoltam-se contra a demora no pagamento de seus soldos. Até que o chefe deles se apaixona por Salambô, filha do comandante cartaginense.
seg 10 18h30 | dom 16 20h00
(*)
O solar do medo
(Le manoir de la peur), de Alfred Machin e Henry Wulschleger
França, 1927, 35mm, tingido. 72’ | Legendas eletrônicas em português
Romuald Joubé, Gabriel de Gravone, Lynn Arnell, Arlette Marchal
Um desconhecido misterioso instala-se com seu criado em um velho solar, onde uma série de crimes passa a ocorrer.
qua 12
(*) 19h00 | sáb 15 21h00

ACOMPANHAMENTOS MUSICAIS – ARTISTAS CONVIDADOS
ANGELA NAGAI
– Bailarina e pesquisadora, mestre em Artes pela Unicamp. Estagiou no Internacional Noh Institute, em Kyoto, onde desenvolveu pesquisas de dança no teatro Nô. É autora do espetáculo Paisagens rasgadas e Ancestres no qual trabalhou com o teatro Nô e com elementos da cultura afro-brasileira. Em 2005, estreou como benshi na mostra O cinema silencioso japonês, no Centro Cultural São Paulo.
ANTONIO EDUARDO
– Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. É autor de O Antropofagismo na obra pianística de Gilberto Mendes e de artigos sobre música contemporânea. Dentre os autores dos quais estreou composições, destacam-se Gilberto Mendes, Jack Fortner, Boudewijn Buckinx e Daffyd Bullock. Como pianista, desenvolve carreira internacional enfatizando sempre a música contemporânea brasileira.
BETO BIRGER
– Baixista e produtor musical, trabalhou com diversos grupos e cantores, produzindo trilhas, jingles e spots para TV, rádio e vídeo, escrevendo arranjos, arregimentando músicos e fazendo gravações. Trabalhou com Vange Leonel, Dulce Quental, Vinicius Cantuária, Dinho Nascimento, Luiz Wagner, Corciolli, Toquinho e Tony Mouzayek, entre outros.
CARLINHOS ANTUNES
– Músico, arranjador e compositor, trabalhou, ao longo de 30 anos de carreira, com inúmeros artistas, entre eles Tom Zé, Badi Assad, Tarancón e Mawáca. Participa do DVD mundial, lançado pelo Festival Nuits Atypiques de Langon, na França, ao lado de artistas como Manu Chao, Mamar Kassey e Emir Kusturica. Foi curador musical do Museu da Casa Brasileira e dirigiu o projeto Músicas arquetípicas, do Centro de Cultura Judaica. Com sua Orquestra mundana, prepara o lançamento de um disco.
CARLOS CAREQA
– Ator, cantor, compositor e produtor, passou a infância e a juventude no Paraná, onde estudou música e teatro, antes de radicar-se em São Paulo. É autor de diversas trilhas sonoras para peças e filmes. Trabalha também no mercado publicitário, para o qual já compôs mais de 80 peças comerciais. Seu último disco é À espera de Tom, no qual apresenta uma série de versões para o português de músicas de Tom Waits.
CLAÚDIO CRUZ
– Maestro e violinista, iniciou seus estudos músicais com o pai, o luthier João Cruz, continuando-os com Erinch Lehninger e Maria Vishnia. Frequentou ainda cursos dados por Joseph Gingold, Chaim Taub e Kenneth Goldsmith. Sua estreia na Europa foi em 1991, como solista da Kammerorchester Berlin. Como regente, já esteve a frente de muitas orquestras brasileiras como a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra de Câmara da OSESP, Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, e as internacionais Symphony of the Americas, a Metrópole Orkest, entre outras.
DANIEL ALLAIN
– Flautista e saxofonista, toca atualmente na Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, com o artista Antonio Nóbrega, e no grupo de choro Papo de Anjo, além de participar de gravações com artistas como Dominguinhos, Ivan Lins, entre outros. Entre 1989 e 1992, participou das bandas de gafieira Mexe com tudo e Mistura e manda. Tocou na Orquestra Sinfônica da Paraíba entre 1984 e 1989.
DUO PORTAL
– Formado por Gustavo Barbosa Lima e José Renato Gimenes, faz música com instrumentos artesanais de sopro e percussão, de cerâmica e bambu, vindos de diversos cantos do mundo. Dirigidos pela intuição, buscam inspiração na diversidade, simplicidade e riqueza de músicas tradicionais, principalmente brasileiras.
EDUARDO JANHO-ABUMRAD
– Discípulo de Tiana Amarante e Hermínia Russo, venceu o concurso Carlos Gomes, em 1973. Posteriormente, frequentou masterclasses na Itália, com Romolo Gazzani e Rodolfo Celletti. Suas atuações vêm sendo apreciadas no Brasil e na Europa, sob a regência dos mais renomados maestros. Dentre seus trabalhos recentes, destacam-se Requiem e Macbeth, de Verdi, Salvator Rosa, de Carlos Gomes, e o espetáculo de música eletroacústica Ways of the Voice, de Leo Kupper.
ERIC NOWINSKI
– Iniciou no teatro sob a orientação da atriz Célia Helena nos anos 80. Seus principais trabalhos no palco são As margens da Ipiranga, dirigida por Fauzi Arap, Tartufo, de Moliére, dirigida por José Rubens Siqueira, Os coveiros, de Bosco Brasil, dirigida por Hugo Possolo, Barrela, de Plínio Marcos, dirigida por Sérgio Ferrara, entre outras peças. Seu trabalho mais recente é a transposição para o palco do conto O espelho, de Machado de Assis.
FÁBIO CARAMURU
– Pianista de formação erudita, foi aluno de Magda Tagliaferro em Paris. Músico de grande versatilidade, é solista, camerista, arranjador e compositor. Entre seus trabalhos recentes, destacam-se suas participações como solista da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, da OSUSP e da Jazz Sinfônica, os duos com os cantores Fernando Portari e Magda Painno, e com o pianista Marcelo Bratke, e sua parceria com o baixista Pedro Baldanza, que resultou no disco Bossa in the Shadows.
FABIO PETRUCELLI
– Iniciou seus estudos de piano e violino ainda na infância e, na adolescência, passou a estudar violoncelo. Realizou diversos cursos em Campos do Jordão, Curitiba e Rio de Janeiro. Participou de masterclass com os professores Watson Clis, Wilson Sampaio, Alceu Reis, Fred Pott, entre outros. Atuou como violoncelista nos musicais O mágico de Oz, A Ópera do Malandro, O Fantasma da Ópera, My fair lady e Miss Saigon, e como músico convidado na Orquestra Jazz Sinfônica em 2005 e 2006.
FABIO TAGLIAFERRI
– Instrumentista, arranjador e compositor. Fez trilhas para as peças As mulheres da minha vida, de Daniel Filho, Maria que não vai com as outras e Mais quero um asno que me carregue do que cavalo que me derrube, ambas dirigidas por Eliana Fonseca. No cinema, fez a trilha de São Jerônimo, de Júlio Bressane, e Blackout, de Daniel Resende. Na TV, fez a trilha de Bode Rei Cabra Rainha, de Helena Tassara.
FELIPE JULIÁN
– Músico e produtor, integra o Projeto Axial, com o qual já se apresentou em diversos estados brasileiros e em países como Alemanha e República Tcheca. Junto ao Axial, tem 2 discos lançados. Seu primeiro disco solo, Urbanogramas, foi lançado em 2003. Desenvolveu trilhas sonoras para diversos espetáculos, vídeos e teatro. Atualmente, é também professor de produção musical na Universidade Anhembi Morumbi.
GISELA MULLER
– Graduou-se em piano pela Unicamp em 1994. Em Berlim, foi aluna de Laszlo Simon na Escola Superior de Artes de Berlim e, entre 1998 e 2001, estudou na Academia de Música Ferenc Liszt de Budapeste. Em 2006, gravou a obra Manfred Meditation, composta por Friedrich Nietzsche, lançada como parte de um livro de Fernando Almeida sobre o pensamento musical do filósofo. Atualmente, leciona piano e teoria na Escola de Música Fermata em Jundiaí.
GUSTAVO BARBOSA LIMA
– Formou-se em música pela Faculdade de Artes Alcântara Machado, em São Paulo. Fez especialização em clarinete na França. Além dos projetos artísticos e do trabalho pedagógico de formação de profissionais, desenvolve programas de experiência musical para empresas e workshops de música. Participa do Duoporta, com Zé Renato Gimenes, e do Duo Veredas, com a pianista Gisela Muller.
JORDI SABATÉS
– Jordi Sabatés nasceu em 23 de outubro de 1948 em Barcelona. Fez seus estudos na Escola Suíça, no Conservatório Superior de Música do Liceu de
Barcelona e na Faculdade de Ciências Físicas. Dono de uma longa carreira, como pianista e compositor lançou inúmeros discos: Ortodoxia, Morgue o Berenice, com o grupo Jarka; Jordi Sabatés i toti soler, El Senyor dels Anells, Vampyria (em parceira com Tete Montoliu), El fantasma de Canterville – contos infantis com grande orquestra, entre muitos outros. Compôs trilhas originais para filmes de Georges Méliès, Segundo de Chomón, para Nosferatu, de F. W. Murnau, e Sherlock Junior, de Buster Keaton. Premiado em diversas ocasiões, trabalha como arranjador e também como compositor para o teatro.
JOSÉ ANTÔNIO REZENDE DE ALMEIDA PRADO
– Compositor e pianista brasileiro nascido em 1943. Estudou piano com Dinorah de Carvalho, harmonia com Osvaldo Laceda e composição com Camargo Guarnieri. Em 1969, conquistou o primeiro prêmio no I Festival de Música da Guanabara com a cantata Pequenos funerais cantantes, sobre texto de Hilda Hilst. Estudou em Paris de 1970 a 1973, com Olivier Messiaen e Nadia Boulanger. De volta ao Brasil, deu aulas na Unicamp até sua aposentadoria em 2000. Estreou no Carnegie Hall de Nova Iorque, em 2007, sua peça Hiléia, um mural da Amazônia, cantata para baixo e orquestra. Suas composições incluem música orquestral, coral, instrumental e piano solo – nesta categoria compôs uma de suas obras mais famosas, Cartas celestes, em 1974.
LEO CAVALCANTI
– Desde 2002, faz experimentações e combinações de timbres e instrumentos em suas composições. A presença melódica de camadas de vozes e as vigorosas cadências rítmicas de percussão acústica e eletrônica, derivadas do violão, são as marcas de sua linguagem estética. Em 2007, iniciou as gravações de seu primeiro disco, com arranjos e execução de sua autoria.
LIVIO TRAGTENBERG
– Compositor e saxofonista. Criou recentemente as Orquestras de Músicos das Ruas de São Paulo, Miami, Berlim e Rio de Janeiro. Desenvolve o projeto Blind Sound Orchestra com músicos cegos tocando cinema silencioso. Criou diversas trihas sonoras para cinema, teatro, dança e dança-teatro. Tem vários CDs editados, entre eles Coleção de Novas Danças Brasileiras e Othello.
LUCILA TRAGTENBERG
– Soprano, camerista, solista em música contemporânea, de câmara, ópera, oratório, eventos multimídia, trilhas de filmes e teatro. Possui discos na área da música contemporânea e ópera brasileira. O mais recente é Lucila Tragtenberg Voz, verso e avesso, com músicas de Livio Tragtenberg, sobre poemas e transcriações de Haroldo de Campos. Mestre em canto pela UFRJ e doutoranda em comunicação e semiótica pela PUC-SP. A artista será acompanhada pelo pianista e compositor Lincoln Antonio, integrante do grupo A Barca.
MAGDA PAINNO
– Mezzo-soprano, é bacharel em canto pela UNESP. Estudou com Carmo Barbosa e Helly-Anne Caran. Venceu os Concursos Maria Callas e Aldo Baldin. Destacou-se como Carmen de Bizet em Buenos Aires, em Magdalena de Villa Lobos e na primeira montagem brasileira do ciclo de Wagner, O Anel dos Nibelungos, em Manaus. Apresentou-se em inúmeras óperas e concertos nos principais teatros do Brasil. Integra o Duo/Trio Echo desde 2003.
MARCELO ONOFRI
– Pianista, compositor, arranjador e cantor. Estudou no Conservatório Carlos Gomes e na Unicamp, onde participou de diversos festivais e formou o Coral Látex. Integrou o elenco do espetáculo Chorus Line e foi também assistente de direção musical do Maestro Murilo Alvarenga. Formou o LibertangoTrio, regeu o coro Jedweder Küchen Chor e assinou a direção musical do teatro Serapions Theater. Participou também de uma turnê pela Áustria e Alemanha com o Izabel Padovani Quartet.
MARCO SCARASSATTI
– Compositor formado pela Unicamp, pesquisa a criação e construção de esculturas e ambientes sonoros. Mestre em Multimeios e Doutor em Educação, possui artigos publicados sobre trilhas sonoras, educação musical e curadoria em música contemporânea. Entre outros trabalhos, lançou o CD Sonax pelo selo europeu Creative Sources Records, ao lado de Nelson Pinton e Marcelo Bomfim. Cineasta autodidata, seu curta A Terra do Silêncio ganhou 12 prêmios entre os anos de 2002 e 2003. É autor do livro Walter Smetak: o alquimista dos sons.
MARILÚ FIGUEIREDO
– Integrante do naipe de meiossopranos do Coral Lírico do Teatro Municipal de São Paulo desde 1996. Foi solista em O Mikado e A solteirona e o ladrão, direção de João Malatian, e em Zap – O resumo da ópera, espetáculo de Marcelo Tass. Fez Marcelina nas montagens de As Bodas de Fígaro, sob regência de Luiz Fernando Malheiro, Dorabella na montagem de Cosi fan tutte, sob regência de João Maurício Galindo e direção de Mauro Wrona, entre outros trabalhos. Há mais de 10 anos tem estudado e se especializado em música de câmara para meiossoprano, em especial a francesa.
MÁRIO MANGA
– Compositor, arranjador e produtor. Formado em composição pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Fundador dos Grupos Premeditando o Breque e Música Ligeira, produziu, entre outros artistas, Ivan Lins, Rita Ribeiro, Chico César, Elba Ramalho, Carlos Navas e Carlos Careqa. Compôs trilhas sonoras para vários filmes, entre eles Como fazer um filme de amor, Memórias póstumas de Brás Cubas e No rio das Amazonas, filme premiado com o Kikito de melhor trilha sonora no Festival de Gramado. Foi diretor musical do Festival de Música Popular Brasileira da TV Cultura.
MARLUI MIRANDA
– Cantora, compositora e pesquisadora, é reconhecida por interpretar, difundir e valorizar a cultura e a música indígena brasileira. Recebeu o prêmio da Academia Alemã de Crítica (SchallplattenKritik) em 1996 pelo CD "IHU, Todos os Sons" e o Prêmio Chico Mendes de Meio Ambiente, do MMA, em 2005. Se apresentou e gravou com nomes expressivos da música brasileira como Egberto Gismonti, Gilberto Gil e Nana Vasconcellos. Trabalhou com os cineastas Luiz Alberto Pereira e Hector Babenco. Faz parte do grupo Anima, com o qual tem se apresentado no Brasil e na Europa.
MIRIAM BIDERMAN –
Trabalhou durante anos nos Estados Unidos em filmes como A cor do dinheiro, de Martin Scorsese, e Short cuts, de Robert Altman, e foi uma das primeiras a introduzir o sistema digital de finalização de som no Brasil. Ao lado de Ricardo Reis, um dos mais talentosos e criativos sound designers do Brasil, coordena toda a finalização de som de diversos projetos. Pela Effects Filmes, tem feito trabalhos expressivos com longas-metragens, documentários e comerciais.
NELSON PINTON FILHO
– Depois de concluir o curso técnico de piano no Conservatório Musical Carlos Gomes, formou-se em composição musical pela Unicamp, sob orientação dos professores Livio Tragtenberg e Almeida Prado. Compõe trilhas para teatro, dança, cinema e vídeo. Dentre seus trabalhos, destacam-se a exposição Bienal 50, a participação no 33e Festival Synthèse (França, 2003) e a trilha para Tour de France, de René Clair, lançado na coleção Magnus OPUS. Como produtor musical, atua em inúmeras gravações e trabalhos publicitários. Como professor convidado, ministra aulas no departamento de música da Unicamp.
ORDINÁRIA HIT
– A vida ordinária tocada em hit. Prática conforme a musica, ordenada em duas vias. Não ligue, é barulho convencional: não canto sem refrão, eletricidade, bateria, guitarra, baixo e um pouco mais de corda... Só que tudo de ponta cabeça, punk e a ética do faça-você-mesmo. A banda é formada por Flavio Ba (baixo), João Riveros (guitarra e voz), João Branco (violoncelo), Rodrigo Rosa (bateria e voz) e Renato Ferreira (saxofone).
ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO (OSESP)
– Criada em 1954 é atualmente considerada uma das melhores do Mundo. Mantida através de recursos públicos do estado de São Paulo e administrada pela Fundação OSESP, sua sede, a Sala São Paulo, ocupa uma antiga estação de trem (Estação Júlio Prestes) no centro da cidade de São Paulo. A orquestra teve a regência do maestro Eleazar de Carvalho por 24 anos. Entre 1996 a 2008, o maestro John Neschling, assume a regência e torna-se o responsável por sua reestruturação. O atual Regente Principal é o francês Yan Pascal Tortelier.
PASCOAL DA CONCEIÇÃO
– Ator, formado pela Escola de Arte Dramática da USP. No Teatro Oficina, dirigido por José Celso Martinez Correa, atuou, entre outros espetáculos, em Ham-Let, de Shakespeare, As bacantes, de Eurípedes, e Taniko, de Bertolt Brecht. Trabalhou também com Bibi Ferreira e Carlos Alberto Sofredini, entre outros diretores. Foi fundador do Grupo Dragão 7, onde atuou, dirigiu e co-produziu diversos espetáculos. Dentre suas participações recentes no teatro, destacam-se Os sete afluentes do Rio Ota, de Robert Le Page, com direção de Monique Gardemberg, Mário de Andrade desce aos infernos, sob a supervisão de Maria Alice Vergueiro e Georgette Fadel. Na TV, trabalhou como ator no programa Castelo Rá-tim-bum, da TV Cultura, interpretando o Doutor Abobrinha, personagem clássico da série.
PAULO RUBENS COSTA
– Licenciou-se em música pela Escola de Comunicações e Artes da USP, na qual obteve também o título de mestre anos depois. Há mais de quinze anos atua como educador musical em escolas. Foi coordenador da área de música do Atelier: Arte Expressão da Escola Viva, de 1998 a 2001, onde atua até hoje como regente coral e professor de educação musical. Como pianista, desenvolve trabalho de música de câmara com a mezzo-soprano Marilú Figueiredo. Desde 1990, é professor particular de piano erudito e popular, e de teoria musical. Fundador, pianista e compositor do grupo de música instrumental brasileira Aquilo Del Nisso.
PEDRO BALDANZA
– Na década de 70, participou ativamente do movimento de música progressiva com o grupo Som nosso de cada dia. No início dos anos 80, trabalhou com vários ícones da MPB, como Elis Regina, Gal Costa, Ney Matogrosso, João Donato, Erasmo Carlos e Chico Buarque, além de ter participado de diversas gravações como contrabaixista, com artistas brasileiros e estrangeiros. Atualmente, além de atuar como contrabaixista ao lado de vários artistas brasileiros, desenvolve um projeto inovador com o pianista Fábio Caramuru, buscando novas linguagens musicais dentro do conceito free-style.
SIMONE SOU
– "Percuterista", desenvolve pesquisa baseada em ritmos brasileiros e do mundo, adaptando a percussão a uma realidade baterística. Já gravou e acompanhou músicos e compositores como Itamar Assumpção, Mutantes, Chico Cesar, Zeca Baleiro, Zélia Duncan, Elza Soares, Jards Macalé, Paulo Miklos, Robertinho Silva, Otto, entre outros. Atualmente, toca com a Orquestra Mundana, liderada por Carlinhos Antunes.
THE UNHOLLY QUARTET
– Quarteto de cordas formado por Hugo Kageyama (violino), Alex Braga (violino), Fábio Tagliaferri (viola de arco) e Joel de Sousa (violoncelo). Hugo Kageyama é maestro da renomada orquestra de câmara Camerata Fukuda, da qual Joel de Sousa também faz parte. Alex Braga já tocou com diferentes orquestras e músicos como Paulinho da Viola e Gal Costa. Fabio Tagliaferri, compositor, tem diversas parcerias com músicos, entre eles Luiz Tatit.
Favor responder para sala@cinemateca.org.br

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Gaia e seus filhos ascenderão em vestimentas de luz, formando um LUMINOSO

CORPO DE LUZ E DE AMOR, para renascer em direção às estrelas. O CHAMADO MÍTICO


FOI EMITIDO. O grande desafio começou. DESPERTEM, GUERREIROS DO ARCO-ÍRIS,


MENSAGEIROS DO SOL, SERES LUMINOSOS DAS ALIANÇAS GALÁCTICAS, FEDERAÇÕES E CONCÍLIOS.


Antigos caminhantes do céu, graduados novamente neste momento, permaneçam na

beleza e no poder do amor de Gaia. Deixem de lado a desconfiança. Vocês são
filhos divinos do Sol, vão para onde seus corações os levem, a fim de compartilhar
seus grandes dons.


Entreguem-se à magia na Terra.

LEMBREM-SE DE QUE DANÇAMOS E CANTAMOS AQUI POR UM ÚNICO CORAÇÃO.

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O que é o Calendário da Paz?

Este é o calendário do Novo Tempo, também conhecido como o “Calendário da Paz”. É um calendário galáctico para toda a humanidade. Trata-se do instrumento para a sincronização galáctica do ser humano na sua freqüência natural conhecida como 13:20.

Ele é assim denominado porque, se você o seguir regularmente, pouco a pouco irá entrando em um processo de sincronicidade.

A conseqüência será que, com certeza, você passará a estar, com muito mais freqüência, no lugar certo, na hora certa, encontrando a pessoa certa e fazendo a coisa certa. E nem precisará de relógio para isso, pois o relógio biológico que existe em você, começará a funcionar.

A harmonia se instalará em sua vida e a paz, que sempre começa com cada um de nós, será uma realidade para você e contagiará outros. Pode ter certeza de que funciona. É só experimentar.

Fonte: www.calendariodapaz.com.br

CORTE DOS KINS

A “Corte dos Kins”, é uma reunião de todos os kins nos dias de tom cristal, o tom 12 da onda encantada - é a chamada reunião da “mesa redonda” - algo parecido com a Távola Redonda do Rei Artur.No “Encantamento do Sonho” e no calendário, estão as instruções a respeito e dizem o seguinte: “A corte dos kins é a mesa redonda convocada por qualquer kin planetário. O propósito de reunir qualquer grupo de kins planetários é determinar novas aventuras e ouvir os relatos das aventuras terminadas. Uma corte de kins pode ser convocada quando e onde um kin planetário o considerar necessário e apropriado. A assembléia da corte deve ocorrer, de forma ideal, num dia que tenha o tom 12, cristal, da onda encantada”.“Aventura é qualquer ação que leve a cabo o kin planetário para alcançar as metas da Nave do Tempo Terra 2013”.Na pág. 42 do livro “Encantamento do Sonho” há mais esclarecimentos: “CORTE DO KIN é qualquer reunião dos kins planetários convocada com o propósito de determinar e ouvir relatos de aventuras; ocorre no décimo segundo kin (cristal) de qualquer onda encantada”.As “cortes dos kins” devem ser organizadas pelos kins de uma das cinco famílias terrestres, da qual aparece no calendário, um dos selos, no dia de tom cristal da Onda Encantada.Na “corte dos kins” todos os kins devem ter a oportunidade de falar e é importante que quando um kin estiver falando, os demais prestem atenção e ajudem para que ele consiga expressar-se claramente. É interessante visualizar o chacra laríngeo do kin que estiver falando e mandar luz para aquela região do seu corpo a fim de que ele tenha facilidade de expressar-se.É importante que na “corte dos kins” sejam relatadas as experiências que cada um esteja vivendo no estudo e aplicação prática do calendário no “dia-a-dia” e especialmente as ações que estão empreendendo em favor da Nave do Tempo Terra 2013, ou seja, em favor da Mãe Terra, do Planeta e da Humanidade. Não é legal ficar preso a questões pessoais, fofocas ou outros assuntos que nada tenham a ver com aquele momento especial. É uma oportunidade de vivenciar o “aqui e agora”, de viver o tempo verdadeiro 13:20.Também é um momento apropriado para praticar alguma coisa do calendário: no início da corte, fazer a prece às sete direções galácticas, ler o kin do dia, visualizar o oráculo, ler o kin pessoal e estudar algum tema do calendário. É importante que todos os kins se apresentem e digam não só o seu nome tridimensional, como também e principalmente a sua assinatura galáctica, o seu kin pessoal.
"Nosso medo mais profundo não é que sejamos inadequados. Nosso medo mais profundo é que sejamos poderosos demais. É nossa sabedoria, não nossa ignorância, o que mais nos apavora. Perguntamo-nos: ‘Quem sou eu para ser brilhante, belo, talentoso, fabuloso?’ Na verdade, por que você não seria? Você é um filho de Deus. Seu medo não serve ao mundo. Não há nada de iluminado em se diminuir para que outras pessoas não se sintam inseguras perto de você. Nascemos para expressar a glória de Deus que há em nós. Ela não está em apenas alguns de nós; está em todas as pessoas. E quando deixamos que essa nossa luz brilhe, inconscientemente permitimos que outras pessoas façam o mesmo. Quando nos libertamos de nosso medo, nossa presença automaticamente liberta as outras pessoas”. (Nelson Mandela)

CÓDIGO de ÉTICA dos ÍNDIOS Norte-Americanos

Levante-se com o Sol para orar. Ore sozinho. Ore com freqüência. O GRANDE ESPÍRITO o escutará, se você ao menos, falar!
Seja TOLERANTE com aqueles que estão perdidos no caminho. A ignorância, o convencimento, a raiva, o ciúme e a avareza, originam-se de uma alma perdida. Ore para que eles reencontrem o caminho do Grande Espírito.Procure conhecer-se, por si mesmo.
Não permita que outros façam seu caminho por você. É sua estrada, e somente sua! Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você!
Trate os convidados em seu lar com muita consideração. Sirva-os com o melhor alimento, a melhor cama e trate-os com respeito e honra.
Não tome que não é seu. Seja de uma pessoa, da comunidade, da natureza, ou da cultura. Se não lhe foi dado, não é seu!Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra. Sejam elas pessoas, plantas ou animais.
RESPEITE os pensamentos, desejos e palavras das pessoas. Nunca interrompa os outros nem os ridicularize, nem rudemente os imite. Permita a cada pessoa o direito da expressão pessoal.
Nunca fale dos outros de uma maneira má. A energia negativa que você colocar para fora no Universo, voltará multiplicada PARA VOCÊ!Todas as pessoas cometem erros. E todos os erros podem ser perdoados. Pensamentos maus causam doenças na mente, no corpo e no espírito. Pratique o otimismo! A NATUREZA NÃO É PARA NÓS, ela é uma parte de nós. Toda a natureza faz parte da nossa FAMÍLIA TERRENAL.As CRIANÇAS são as sementes do nosso futuro. Plante amor nos seus corações e regue com sabedoria e lições da vida. Quando forem crescidos, dê-lhes espaço para que continuem CRESCENDO!
Evite machucar os corações das pessoas. O veneno da dor causada a outros, retornará à você. Seja sincero e verdadeiro em todas as situações. A honestidade é o grande teste para a nossa herança do Universo.Mantenha-se equilibrado. Seu corpo Espiritual, seu corpo Mental, seu corpo Emocional e seu corpo Físico, todos necessitam ser fortes, puros e saudáveis. Trabalhe o seu corpo Físico para fortalecer o seu corpo Mental. Enriqueça o seu corpo Espiritual para curar o seu corpo Emocional.Tome decisões conscientes de como você será e como reagirá. Seja responsável por suas próprias ações. Respeite a privacidade e o espaço pessoal dos outros. Não toque as propriedades pessoais de outras pessoas, especialmente objetos religiosos e sagrados. Isto é proibido. Comece sendo verdadeiro consigo mesmo. Se você não puder nutrir e ajudar a si mesmo, você não poderá nutrir e ajudar os outros. Respeite outras crenças religiosas. Não force as suas crenças sobre os outros.Compartilhe sua boa fortuna com os outros. Participe com caridade.CONSELHO INDÍGENA INTER-TRIBAL NORTE- AMERICANO

Dez Apontamentos para a Paz

Livro: Mentores e Seareiros
André Luiz & Francisco Cândido Xavier

1º. Aprenda a desculpar infinitamente para que os seus erros, à frente dos outros, sejam esquecidos e perdoados.

2º. Cale-se, diante do escárnio e da ofensa, sustentando o silêncio edificante, capaz de ambientar-lhe a palavra fraterna em momento oportuno.

3º. Não cultive desafetos, recordando que a aversão por determinada criatura é, quase sempre, o resultado da aversão que lhe impuseste.

4º. Não permita que o egoísmo e a vaidade, o orgulho e a discórdia se enraízem no seu coração, lembrando que toda a idéia de superestimação dos próprios valores é adubo nos espinheiros da irritação e do ódio.

5º. Perante o companheiro que se rendeu às tentações de natureza inferior, deixe que a compaixão lhe ilumine os pontos de vista, pensando que, em outras circunstâncias, poderia você ocupar-lhe a indesejável situação e o lugar triste.

6º. Não erga a sua voz demasiado e nem tempere a sua frase com fel para que a sua palavra não envenene as chagas do próximo.

7º. Levante-se, cada dia, com a disposição de ser sem a preocupação de ser servido, de auxiliar sem retribuição e cooperar sem recompensa, para que a solidariedade espontânea te favoreça com os créditos e recursos da simpatia.

8º. Esqueça a calúnia e a maledicência, a perversidade e as aflições que lhe dilaceram a alma, entendendo nas dores e obstáculos do mundo as suas melhores oportunidades de redenção.

9º. Lembre-se de que os seus credores estão registrando a linguagem de seus exemplos e perdoar-lhe-ão as faltas e os débitos, à medida que você se fizer o benfeitor desinteressado de muitos.

10º. Não julgue que o serviço da paz seja mero problema de boca mas, sim, testemunho de amor e renúncia, regeneração e humildade da própria vida, porque, somente ao preço de nosso próprio suor, na obra do bem, é que conseguiremos reconciliar-nos, mais depressa, com os nossos adversários, segundo a lição do Senhor.

Madonna Oriflamma

Madonna Oriflamma

O poder da mulher

INFORMAÇÕES SOBRE A PINTURA – MADONA ORIFLAMA – 1932

Na iconologia de Röerich, as mulheres são propagadoras e guardiães da cultura e beleza universal, as que levantarão a Bandeira da Paz. “Mulheres, realmente vocês tecerão e desdobrarão a Bandeira da Paz”, escreveu ele. “Destemidamente vocês ascenderão para defender o aperfeiçoamento da vida. Vocês acenderão um belo fogo em cada lar que criar e o sustentará. Vocês dirão a primeira palavra sobre beleza. Vocês pronunciarão a palavra sagrada CULTURA”. Indubitavelmente a imagem que Röerich tem da mulher foi inspirada e influenciada por Helena Röerich, que devotou muitos dos seus escritos ao papel destinado às mulheres na Nova Era.

Numa carta escrita para um amigo em 1937 ela expressou com muita eloqüência a sua visão sobre este papel: “As mulheres devem acreditar que elas possuem toda a força e, no momento em que elas se despojarem dos condicionamentos impostos pela velha era no que concerne a sua aparente subjugação legal e inferioridade mental e se ocupar com uma educação diversificada, ela criará em cooperação com o homem, um mundo novo e melhor. Verdadeiramente é essencial que a própria mulher conteste a declaração desmerecida, indigna e de profunda ignorância sobre a sua receptividade passiva e conseqüentemente sua inabilidade para criar independentemente. Mas no cosmo interno não há elemento passivo. Na corrente da criação cada manifestação ocorre por turnos, se tornam relativamente ativo ou passivo, doador ou receptor. O Cosmos afirma a grandiosidade do Princípio criativo da mulher. A mulher é a personificação da natureza, e é a natureza que ensina ao homem e não o homem que ensina a natureza. Portanto, que toda a mulher acredite na excelência de sua origem e que elas se esforcem pela aquisição do conhecimento. Onde há conhecimento existe poder.

Nas lendas antigas eram atribuídas às mulheres os papeis de guardiães do conhecimento sagrado. Então, que elas também se lembrem de Eva a sua ancestral que foi difamada e caluniada e, que novamente dêem ouvidos a voz da intuição, não apenas comendo o fruto do conhecimento do bem e do mal, mas também plantem quantas árvores forem possíveis que produzam o fruto do conhecimento; e como outrora, quando ela privou Adão do seu estúpido e sem sentido estado de graça, deverá conduzi-lo para uma nova visão ainda mais vasta e ampla e para a majestosa batalha com o caos da ignorância pelos direitos divinos da mulher.

Os Discípulos da Hierarquia

Existem doze sinais por meio dos quais podemos reconhecer os que servem à Hierarquia Espiritual do Planeta.

1 - O primeiro sinal é a nobreza. Quem serve à Hierarquia é nobre em seus pensamentos, palavras e ações. É nobre em todos os seus relacionamentos.Obtemos nobreza quando vivemos segundo as regras e os princípios da Hierarquia, quando vivemos na presença do "Olho Vigilante". Uma pessoa nobre é solene, serena, auto-controlada, precisa, sábia e muito educada. Quando encontramos uma pessoa nobre, sabemos que está aqui, na Terra, para trazer beleza, bondade, verdade, alegria e liberdade.

2 - O segundo sinal de quem serve à Hierarquia - que pode viver entre nós, ou ser membro de nossa família, igreja ou corporação - é o esforço na procura da perfeição. Evidencia um trabalho em andamento para aperfeiçoar sua personalidade, sua criatividade, os relacionamentos e o conhecimento. Tenta continuamente melhorar seu estado de consciência. Ninguém que sirva à Hierarquia é preguiçoso. É tudo ritmo. É como uma corrente: está ritmicamente ativo.

3 - O terceiro sinal de quem serve à Hierarquia é sua atitude progressista. Pensa para o futuro. Planifica para o futuro, sem ignorar as circunstâncias passadas e as presentes. A visão do futuro o inspira para que planifique, decida e organize. Não está apegado a atitudes passadas. Não ignora os valores passados, mas procura sempre novos modos e meios para introduzir mais luz e amor e melhores relacionamentos em todos os âmbitos de atuação humana. Vive com o pensamento nos novos tempos. Não repete antigos hábitos, condutas e atitudes. Trata de criar algo novo que se adapte melhor à sua visão do futuro. Pode ser encontrado em qualquer campo, e nesse se eleva como o chamado do futuro. Exerce pressão moral sobre seu meio ambiente. Não força os demais, mas sua presença faz com que trabalhem e tratem de avançar para o futuro.

4 - O quarto sinal de quem serve à Hierarquia é a inclusividade. Não é separatista. Não nos referimos somente à discriminação racial. Uma pessoa inclusiva não só respeita a existência dos demais como também está aberta a novas idéias, novas visões e novo conhecimento, igualmente a novas maneiras de fazer as coisas, que se adequem melhor às metas.Não está cristalizada em suas crenças e tradições. Enfoca respeitosamente todas as tradições e opiniões, o mesmo para o trabalho, a cultura e as tradições dos demais, e vê beleza, significado, futuro e utilidade neles. A Hierarquia defende a todos, a todas as sendas de investigação, a toda experiência genuína. Todo conhecimento em qualquer campo é precioso para quem serve à Hierarquia. A Hierarquia advoga pela inclusividade. Quem serve à Hierarquia é como uma galinha que reúne os pintinhos debaixo de suas asas. Cada nação tem sua bela cultura. Quem serve à Hierarquia respeita todas as culturas. Não somente as respeita como também tenta compreendê-las, amá-las e desfrutá-las. A inclusividade é o esforço progressista para brindar unidade e síntese.

5 - O quinto sinal de quem serve à Hierarquia é a criatividade, criatividade em tudo: idéias, pensamentos, palavras, atitudes,artes, negócios e no lar. Em todos esses âmbitos e em outros, quem serve à Hierarquia manifesta criatividade. Criatividade significa construir os modos e os meios que possam satisfazer as crescentes necessidades da humanidade. Que possam expandir o sentido de beleza da humanidade. Essas pessoas não se contentam com o que são e com o que podem fazer. Avançam continuamente e procuram novas ideias, visões, inspirações, impressões e revelações. Tentam concretizar essas coisas em formas, atividades e relacionamentos novos para satisfazer as crescentes necessidades da humanidade e oferecer uma visão nova para a consciência humana em expansão.

6 - O sexto sinal de quem serve à Hierarquia é a honestidade. Sem honestidade não podemos conduzir, inspirar, criar confiança ou irradiar luz. Qualquer ação para explorar os seres humanos com idéias, propósitos ou atitudes cria horríveis consequências e enterra a causa. Ninguém pode denominar-se servidor da Hierarquia se não se graduou em honestidade na Escola da Vida. Um servidor da Hierarquia é honesto nas influências sobre os demais. Essa pessoa é honesta, não porque os outros sejam honestos ou desonestos, e sim porque sua natureza é sê-lo. A honestidade impõe harmonia e ritmo, e faz com que a Hierarquia influencie os âmbitos nos quais as pessoas honestas moram.

7 - O sétimo sinal de quem serve à Hierarquia é estar livre de preconceito. Quem serve à Hierarquia não tem a mente controlada pelo que aspessoas são, fazem ou dizem. Tem sua própria luz e funciona nela. Os pensamentos, palavras, ações e conduta dos demais não velam sua luz. Não permite que os demais o condicionem, pois não reage segundo as expectativas deles. Manifesta beleza, bondade, alegria e liberdade sem ser condicionado pelos que tentam lhe impor suas normas e estados de ânimo.Em sentido mais profundo, estar livre de preconceito significa estar livre para atuar sob a luz da beleza, da bondade, da justiça, da alegria e da inclusividade. Quem está livre de preconceito não prejudica a quem tenta lhe prejudicar, e sim o cuida mais. Tenta encontrar algum caminho para que este se ilumine, para que expanda sua consciência e tenta ajudá-lo para que se liberte das suas limitações. Isso é parte de seu serviço.

8 - O oitavo sinal de quem serve à Hierarquia é estar livre de vaidade e ego. Esses dois vícios andam juntos. Toda pessoa egoísta está cheia de vaidade. Em realidade, o ego é formado por imagens de vaidade. Quem serve à Hierarquia está livre de vaidade. Conhece-se exatamente como é. Sabe exatamente o que tem ou o que não tem. Sabe exatamente o que pode fazer e o que não pode. O ego põe medidas falsas ante teus olhos e na tua mente. Quem serve à Hierarquia serve aos demais e trata de salvá-los e elevá-los. Trata de fazer com que a gente volte a si. Nada o pode derrotar com obras próprias da obscuridade. Não poderá ser derrotado porque isso só pode ser feito quando existe vaidade e ego.

9 - O nono sinal de quem serve à Hierarquia é a retidão. A retidão é a substância com a que está constituído um servidor da Hierarquia. As pessoas pensam que a retidão é uma virtude que se aprende na infância, mas a verdadeira origem radica nas normas impressas em nossa Alma nos Mundos Sutis.A assimilação dos valores verdadeiros nos Mundos Sutis floresce como retidão nas encarnações terrenas. Não é fácil ensinar a alguém ser reto, mas quando tem experiência nos valores verdadeiros, é naturalmente reto. Os servidores da Hierarquia são retos em todos os seus pensamentos, expressões e relacionamentos porque conhecem a Lei de Carma e conhecem os princípios que dominam nos Mundos Sutis. Os Grandes não se auto-promovem. São reconhecidos pelos frutos. Os componentes da Hierarquia não pensam sobre eles mesmos como corpos, formas ou personalidades. Pensam sobre eles mesmos como ideias, direções, correntes de energia, virtudes ou luzes. As pessoas os denominam com muitos nomes. Mas eles não são nomes, quadros ou imagens. São princípios, fontes de beleza e guia, e visões do futuro. Nos seus estados reais, são como sinfonias, flechas de energia, pontes entre mundos, arco-íris entre margens. Se os limitamos em formas humanas e os convertemos apenas em imagens da debilidade humana, ou os tornamos tão abstratos que a imaginação humana não pode concebê-los, trabalhamos contra a obra que eles tentam realizar: construir uma ponte entre o que o homem é agora e o que pode vir a ser no futuro.

10 - O décimo sinal de quem serve à Hierarquia é a fidelidade à causa humana. Um servidor da Hierarquia tenta unir a humanidade e protegê-lade serpentes e coiotes. Cuida da sobrevivência da humanidade e sua perfeição futura. Cuida o planeta para que ele esteja sadio, para poder nutrirseus filhos. Sofre com os que sofrem nas mãos dos poderosos. Tenta inspirar neles o espírito da liberdade e a libertação. Para ele, não existe causa superior à causa da humanidade, e pode subordinar todos os seus interesses ao interesse mundial. Tais pessoas são extraordinárias. Podemos descobrir como aumenta seu número por todos os lugares.

11 - O décimo primeiro sinal de quem serve à Hierarquia é o sacrifício e o heroísmo. No trabalho mais insignificante, quem serve à Hierarquiaevidencia espírito abnegado, e em época de crise irradia espírito heróico. Evidencia coragem, intrepidez e audácia. Sacrifica seu tempo, seu dinheiro, suas propriedades e até sua vida.Vive uma vida perigosa, mas não é tolo. Não é descuidado. É cauto e extremamente cumpridor das normas. Sabe que a vida é perigosa, e também sabe que a senda mais curta e rápida é também a mais perigosa.

12 - O décimo segundo sinal de quem serve à Hierarquia é a bondade ou a boa-vontade. Um servidor da Hierarquia deseja o bem para todos, até para aqueles que não podem viver segundo suas normas. Pensa bem, fala bem e atua em favor do bem, sem discriminação, porque sabe que tendo completa boa-vontade, transmite a vontade de quem governa o universo. Todo discípulo verdadeiro é um servidor da Hierarquia. A Hierarquia é uma fonte de bondade. Tudo o que tenta fazer é ensinar que sejamos bons, que expressemos boa-vontade, e jamais quebrantemos esse princípio com nossos pensamentos, palavras e ações.É dito que aqueles que chegaram a ser Mestres são os que, durante milhares de anos, não caíram nas armadilhas da má intenção, da difamação e da traição. A existência de tais vícios em qualquer ser humano revela de imediato que não é um trabalhador da Hierarquia, não importando com que roupa ou posição se apresente. A bondade é a base da vida de um trabalhador da Hierarquia. Quando encontramos essas pessoas, nos sentimos seguros, protegidos e abençoados.

Vivendo na Nova Era

Portal 13 - O Portal da Criação

Calendário da Paz

Libertad

LIBERTAD Por el pájaro enjaulado. Por el pez en la pecera. Por mi amigo, que está preso porque ha dicho lo que piensa. Por las flores arrancadas. Por la hierba pisoteada. Por los árboles podados. Por los cuerpos torturados yo te nombro, Libertad. Por los dientes apretados. Por la rabia contenida. Por el nudo en la garganta. Por las bocas que no cantan. Por el beso clandestino. Por el verso censurado. Por el joven exilado. Por los nombres prohibidos yo te nombro, Liberdad. Te nombro en nombre de todos por tu nombre verdadero. Te nombro y cuando oscurece, cuando nadie me ve, escribo tu nombre en las paredes de mi ciudad. Escribo tu nombre en las paredes de mi ciudad. Tu nombre verdadero, tu nombre y otros nombres que no nombro por temor. Por la idea perseguida. Por los golpes recibidos. Por aquel que no resiste. Por aquellos que se esconden. Por el miedo que te tienen. Por tus pasos que vigilan. Por la forma en que te atacan. Por los hijos que te matan yo te nombro, Liberdad. Por las tierras invadidas. Por los pueblos conquistados. Por la gente sometida. Por los hombres explotados. Por los muertos en la hoguera. Por el justo ajusticiado. Por el héroe asesinado. Por los fuegos apagados yo te nombro, Liberdad. Te nombro en nombre de todos por tu nombre verdadero. Te nombro y cuando oscurece, cuando nadie me ve, escribo tu nombre en las paredes de mi ciudad. Escribo tu nombre en las paredes de mi ciudad. Tu nombre verdadero, tu nombre y otros nombres que no nombro por temor. Yo te nombro, Libertad. Paul Eluard

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À ETERNA JUVENTUDE

"Os jovens fazem grande esforço para adquirir títulos, de modo a assegurar bons empregos. Mas eles dificilmente se preocupam em desenvolver seu caráter e sua personalidade. Boa conduta e caráter são os requisitos mais essenciais ao homem. Eles são a base para a vida espiritual. Se o aspecto espiritual for negligenciado, o homem se torna um ser artificial, mecânico, sem nenhuma qualidade humana. Muitas pessoas hoje não entendem o que quer dizer espiritualidade. Ela é o conhecimento da Divindade, que é a verdadeira natureza do homem. A espiritualidade revela o princípio básico que é imanente a todos e sustenta o Cosmos inteiro."

Sathya Sai Baba


Então pode se dizer para todo o jovem (Nós) do 3° Milênio que desponta:
Nenhum conhecimento tem valor caso não esteja à serviço de 3 expressões:

A VIDA e sua sustentabilidade.
A CRIAÇÃO na forma de alegrias para todos.
A UNIÃO que realiza a compreensão compassiva que Somos UM só com a Terra.

Nossa grande família somos todos nós, sem distinções.
Quaisquer laços relacionais que, de uma certa forma, nos separem desta compreensão, são laços prejudiciais ao todo e, também, laços prejudiciais a nós. É simples compreender esta verdade: muitos hoje estão dizendo: "cuido da minha família, o resto que se dane!" Mas como é possível cuidar da família se o resto está se danando? Este "resto" contém a família. E assim acontece, também, com grupos maiores: religiosos, culturais, científicos, políticos, corporativos, etc... grupos, grupos, grupos. Grupos que, sem perceber, na maioria das vezes, ampliam-se de um ego individual para um ego coletivo. Que grupo possuem os pássaros? Que grupo possuem as árvores? Que grupo possuem os excluídos? Ora grupo algum! Não se engajam em grupos, pois sabem que são o Todo em diferentes formas de expressão e que do Todo também recebem a expressão que garante a Vida. Sabem do "Algo em Comum", pois vivem na mesma casa Terra, este útero universal que gesta as Expressões de Vida, Consciência e Evolução para todo o Universo. Este Ser Gaia que acolhe o Sopro da Sabedoria Suprema que, em conjunto com Nós, seus filhos e filhas, amplia-se em compreensão sobre si mesmo, evoluíndo em Consciência Ser e Amor. Somos apenas "personificações" do Transcendente, assim como os pássaros são "passarificações" do Transcendente, as árvores, "arvorificações" do Transcendente...

Não nos devemos apegar a nossa personificação. Ela é somente um instrumento, precioso sim, da atuação da Sabedoria Universal no Mundo. Em verdade, somos o Transcendente em forma de pessoa, uma forma da evolução que é capaz de imanar conscientemente este Transcendente em Bondades Materiais, Sabedorias Iluminadas e Compaixões Espirituais para todos - esta é a preciosidade da Vida Humana que recebemos!

Então, toda a vez que não "personificamos" este Transcendente e "personificamos" seja lá o que for, incorremos em relações amedrontadas, obscuras e tiranas, pondo em risco a linda expressão da Vida como um todo, em sua saúde, sanidade e humanidade, inclusive a nossa própria e "personificada" expressão de Vida.

À Juventude em nós cabe a constante Criação de Processos de Bem-viver que sirvam ao Bem-comun. Caso contrário, na correrria que um sistema falseado nos impõe, começamos a acreditar que não há tempo para auto-dedicação carinhosa e, então, desaprendemos o que seja o amor também para com os outros ao nosso redor. Nosso tempo de dicado é amor. O amor dedicado é nosso tempo.

O que adianta, daí, todo o conhecimento científico adquirido se não há amor e dedicação suficientes para aplicá-lo em benefício de todos? O que adianta, daí, toda a cultura e tradição acumulada, se não estiverem atuando em prol da felicidade de todos?

Já foi dito que a melhor religião é o amor. Que nossa raça é a terráquea, ou seja, pertencemos à Terra, com tudo que pertence à Terra. Que estamos todos no mesmo barco e que estes limites ilusórios de fronteiras e países só nos faz iludirmo-nos que "em meu 'quadrado' está tudo bem". Até tem um ritmo atualmente cantando isto (!) "cada um no seu quadrado"...

A inversão que têm a pretensão de pensar qua a Terra e as coisas da Terra pertencem à nós é uma inversão que nos torna pobres, por mais ricos em recursos que sejamos. Estes que pensam assim, em auto-benefício de "ganhar" o mundo somente para si ou para alguns poucos, acabam por perderem-se de sua LUZ INERENTE, sua ALMA, pois subjugam-se ao mundo, escravizando sua criatividade inata em benefício de padronizações e massificações para faturamentos e interesse de poucos, não visnado ao bem-comum, sejam eles de ordem econômica, de movimentos sociais e ideológicos, de dogmas e métodos culturais, religiosos, filosóficos, doutrinais e científicos... É a ilusão do poder localizado para pessoas que perecem no tempo ao invés de localizar este poder para toda a Terra que permanece no tempo como esta preciosa plataforma de Evolução da Vida que ela é.

Percebamos todos que todos os benefícios compartilhados compartilharão os benefícios!
Aqueles que já ocupam posições de conforto, continuarão em suas posições de conforto, até mais, libertados do medo agora, pois todos terão conforto e não será mais necessário se proteger daqueles que se revoltam, pois todos estarão bem.

Está é a juventude que a Consciência Humana está adquirindo:
Criar União para a sustentabilidade da Vida.
Vibrar Amor que cultive bons Ares de contato.
Manifestar a Verdade que ilumina e aquece como o Fogo.
Fluir a Paz que movimenta como a Água.
Dar Forma à Boa Ação que enriquece a Terra e toda a sua fertilidade.

Não à Vida artificializada, mecânica e autômata!
Não à Vida obscura, meramente informativa e sem Lucidez pela perda dos referencias de Essência!
Não à Vida de subjugações, manipulações e tiranias!

A Bondade, Alegria e Compaixão por todos os Seres nos faz personificações do Transcendente.
E como diz um irmão tibetano, Sogyal Rinpoche:

"É para personificar o Transcendente que estamos aqui."

OM Geraldo Mikal dos Kumaras, OMSG

Prece a Sete Direções Galácticas

Desde a Casa Leste da Luz Que a sabedoria se abra em Aurora sobre nós Para que vejamos as coisas com claridadeDesde a Casa Norte da Noite que a sabedoria amadureça entre nós para que conheçamos tudo desde dentro Desde a Casa Oeste da Transformação que a Sabedoria se transforme em ação correta para que façamos o que tenha que ser feito Desde a Casa Sul do Sol Eterno que a Ação correta nos dê a colheita para que desfrutemos os frutos do ser Planetário Desde a Casa Superior do Paraíso Onde se reúnem a Gente das Estrelas e os Antepassados Que suas bênçãos cheguem até nós agora Desde a Casa Interior da TERRA que o pulsar do Coração de Cristal do Planeta nos abençoe com suas harmonias para que acabemos com as guerras Desde a Fonte Central da GALÁXIA que está em todas as partes ao mesmo tempo que tudo se reconheça como LUZ DE AMOR MÚTUO.AH YUM HUNAB KUEVAN MAYA E MA HO! (Salve a harmonia da mente e da natureza) A CULTURA GALÁCTICA VEM EM PAZ.

Flor de Lótus

O lótus é um dos oito símbolos auspiciosos e uma das mais pungentes representações do ensino budista. As raízes do lótus estão na lama, o caule cresce através da água, e essa metáfora fortalece a flor perfumada que desabrocha sua beleza acima da água a cada raio de sol.
Este padrão de crescimento significa o progresso da alma que mesmo adversa vindo da lama materializa-se na primavera e sobrepõe-se a todas as adversidades. Embora haja outras plantas que nasçam acima da água, apenas o lótus que devido à força do seu caule, sobe de oito a doze centímetros acima da superfície demonstrando a sua grandeza e exuberância.
De acordo com o Lalitavistara, "o espírito do melhor dos homens é impecável, tal como o lótus na água enlameada que não aderem a ele."
De acordo com outro especialista, esotérico budista, "O coração dos seres é como uma lótus fechada: quando as virtudes do Buda desenvolver neles, o loto ira floresce; é por isso que Buda sempre esta representado em um lótus florescente".
O lótus é uma das melhores metáforas do budismo aparece em todos os tipos de arte budista em todas as culturas budista elas muitas vezes embelezam as artes têxteis, cerâmicas e arquitetura. A mais importante divindade budista "Buda" é associada a lótus, por estar sentada sobre uma em plena floração ou tela em suas mãos isso aparece em algumas imagens do Buda de pé ou cada pé repousa sobre um lótus separada. A cor do lótus tem uma influência importante sobre a simbologia associada a ela:
Lótus Branca: Esta representa o estado de perfeição espiritual e mental total pureza e proclama a sua natureza perfeita, uma qualidade que é reforçado pela cor de seu corpo.
Lótus Rosa: Este supremo do loto, geralmente reservada para os mais altos deidade. Assim, naturalmente, é associado com o Grande Buda.
Lótus Vermelho: Isto significa a natureza original e pureza do coração (hydria). É o loto de amor, compaixão, paixão e todas as outras qualidades do coração. É a flor de Avalokiteshvara, o Bodhisattva da compaixão.
Lótus Azul: Este é um símbolo da vitória do espírito sobre os sentidos, e significa a sabedoria do conhecimento. Não é surpreendente que sejam as flores preferidas de Manjushri, o Bodhisattva da sabedoria.

COMO ENTENDER A SUA ONDA ENCANTADA?

AQUI ESTÁ UM EXEMPLO DE COMO INTERPRETAR A SUA ONDA ENCANTADA, NO MEU CASO, ESTOU NA ONDA ENCANTADA DO MACACO MAGNÉTICO, SOU TORMENTA SOLAR - KIN 139, ENTÃO VOU ATÉ O SITE (www.calendariodapaz.com.br) E DIGITO CADA KIN DA MINHA ONDA PARA ENTENDER CADA UM DELES:

SOU Tormenta Solar Azul
Pulso com o fim de catalizar
Realizando a energia
Selo a matriz da autogeração
Com o tom solar da intenção
Eu sou guiado pelo poder da visão
'Arrisco-me sem medo, atravesso as muralhas e poderei escolher minha própria realização.'

MINHA ONDA:

MEU PROPÓSITO?

Macaco Magnético Azul
Unifico com o fim de brincar
Atraindo a ilusão
Selo o processo da magia
Com o tom magnético do propósito
Eu sou guiado pelo meu próprio poder duplicado
'Começo a brincar com a minha teimosia e a processar a magia da mudança.'

MEU DESAFIO?

Humano Lunar Amarelo
Polarizo com o fim de influenciar
Estabilizando a sabedoria
Selo o processo do livre-arbítrio
Com o tom lunar do desafio
Eu sou guiado pelo poder do florescimento
'Hoje tenho um sorriso e minhas mãos para compartilhar os desafios.'

COMO POSSO SERVIR MELHOR?

Caminhante do Céu Elétrico Vermelho
Ativo com o fim de explorar
Vinculando a vigilância
Selo a saída do espaço
Com o tom elétrico do serviço
Eu sou guiado pelo poder da navegação
'O caminho para chegar ao conhecimento da verdade é atravessar o horizonte do temor, servindo.'

QUAL É A FORMA DE AÇÃO?

Mago Auto-existente Branco
Defino com o fim de encantar
Medindo a receptividade
Selo a saída da intemporalidade
Com o tom auto-existente da forma
Eu sou guiado pelo poder do coração
'Hoje, aproveito a ocasião para fazer que outros conheçam a verdade, em uma forma sábia e discreta, como um mago.'

QUAL É O MELHOR MODO DE ME POTENCIALIZAR?
Águia Harmônica Azul
Potencializo com o fim de criar
Comandando a mente
Selo a saída da visão
Com o tom harmônico da radiação
Eu sou guiado pelo poder da abundância
'Faço tudo o que posso para limpar a mente de intenções enganosas e, assim, poder comandar.'

COMO POSSO ORGANIZAR-ME RUMO À IGUALDADE?

Guerreiro Rítmico Amarelo
Organizo com o fim de questionar
Equilibrando a intrepidez
Selo a saída da inteligência
Com o tom rítmico da igualdade
Eu sou guiado pelo meu próprio poder duplicado
'Na medida em que renuncio ao passado, equilibro-me com ritmo e deixo fluir vitalidade.'

COMO POSSO SINTONIZAR O MEU SERVIÇO?

Terra Ressonante Vermelha
Canalizo com o fim de evoluir
Inspirando a sincronicidade
Selo a matriz da navegação
Com o tom ressonante da harmonização
Eu sou guiado pelo poder da água universal
'Para evoluir e sincronizar-me, devo pensar, sentir e decidir por mim.'

EU VIVO AQUILO EM QUE ACREDITO?

Espelho Galáctico Branco
Harmonizo com o fim de refletir
Modelando a ordem
Selo a matriz do infinito
Com o tom galáctico da integridade
Eu sou guiado pelo poder do espírito
'Se hoje nos concentrarmos em olhar mais o dia do que a noite, poderemos refletir Deus.'

COMO ATINGIR O MEU PROPÓSITO?

Tormenta Solar Azul
Pulso com o fim de catalizar
Realizando a energia
Selo a matriz da autogeração
Com o tom solar da intenção
Eu sou guiado pelo poder da visão 'Arrisco-me sem medo, atravesso as muralhas e poderei escolher minha própria realização.'

COMO APERFEIÇOAR O QUE FAÇO?

Sol Planetário Amarelo
Aperfeiçôo com o fim de iluminar
Produzindo a vida
Selo a matriz do fogo universal
Com o tom planetário da manifestação
Eu sou guiado pelo poder da elegância
Sou um kin polar. Estendo o espectro galáctico amarelo
'Aperfeiçôo minha iluminação, harmonizando meus pensamentos com amor, para poder definir-me.'

COMO LIBERTAR E DEIXAR IR?

Dragão Espectral Vermelho
Dissolvo com o fim de nutrir
Libertando o ser
Selo a entrada do nascimento
Com o tom espectral da liberação
Eu sou guiado pelo meu próprio poder duplicado
'Ponho em ordem minha liberação, através do conhecimento e da magia de brincar com a vida, sem ofender-me.'

COMO ME DEDICAR A TUDO O QUE TEM VIDA?

Vento Cristal Branco
Dedico-me com o fim de comunicar
Universalizando o alento
Selo a entrada do espírito
Com o tom cristal da cooperação
Eu sou guiado pelo poder da intemporalidade
'Ainda que seja um desafio, mudo minha forma de pensar e, no 'aqui e agora', me dedico e coopero.'

COMO AUMENTAR A MINHA ALEGRIA E MEU AMOR?

Noite Cósmica Azul
Persevero com o fim de sonhar
Transcendendo a intuição
Selo a entrada da abundância
Com o tom cósmico da presença
Eu sou guiado pelo poder da realização
'Hoje estou vivendo com a imagem da abundância e as portas da realização estão sendo abertas.'

CASO PRECISEM DE ALGUMA AJUDA, ESTOU À DISPOSIÇÃO NO E-MAIL: patpollone@gmail.com
LUZ E PAZ
Pat Poll

O que é permacultura?

Histórico: A permacultura, também chamada de "agricultura permanente", começou por volta de 1975, 1976, com as idéias de Bill Mollison na Austrália sobre um modo diferente de se pensar a disposição das espécies vegetais, mais próximo dos ecossistemas naturais. Viajando para os Estados Unidos, Bill e outros pioneiros difundiram suas teorias até conseguirem a construção de um Centro Rural de Educação, primeira instituição oficial da permacultura neste país.
Princípios: Nesta corrente se procura praticar uma agricultura da forma mais integrada possível com o ambiente natural, imitando a composição espacial das plantas encontradas nas matas e florestas naturais. Envolve plantas semi-permanentes (mandioca, bananeira) e permanentes (árvores frutíferas, madereiras, etc), incluindo a atividade produtiva de animais. Trata-se, pois, de um sistema "Agrosilvopastoril", ou seja, que busca integrar lavouras, com espécies florestais e pastagens e outros espaços para os animais, considerando os aspectos paisagísticos e energéticos, na elaboração e manutenção destes policultivos (diversas culturas convivendo no mesmo espaço)

Fonte: http://www.planetaorganico.com.br/permacult.htm

Antes que comecem:

Não,eu não sou um pseudomestre, nem um quase-Jesus, um iluminado (apesar do nome). Apenas fui homem o suficiente pra dar o primeiro passo em direção a eles. E tudo o que eu colhi aqui na Terra foi incompreensão, ingratidão e inveja. Óbvio, pois que a Terra não é um playground. Não estou aqui para ser coberto de glórias, nada aqui me interessa, pois nada daqui é permanente. Gostaria MUITO que meus parentes e amigos pudessem me acompanhar, pois o que mais me dói é ver as pessoas afundando a olhos vistos e não poder ajudar, por ser falível e correr o risco de afundar junto com eles, como quase aconteceu. Repassar o que eu sei é a minha maneira de ajudar, no momento.

(acid)